Sábado, 30 De Abril,2011

Grupo: "SEMIBREVES" - www.semibreves.pt

publicado por mgrilo às 20:10
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Musica Tradicional/Popular Portuguesas

 

 

 

publicado por mgrilo às 19:21
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Musica Tradicional/Popular Portuguesa1

 

 

 

publicado por mgrilo às 19:15
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Musica Tradicional/Popular Portuguesa

publicado por mgrilo às 19:12
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Partitura-4

publicado por mgrilo às 19:05
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Partitura-3

publicado por mgrilo às 18:55
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Partitura -2

publicado por mgrilo às 18:47
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Partitura-1

publicado por mgrilo às 18:32
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A MÚSICA ...

Música …

 

    Se começarmos por pesquisar sobre o que é a música deparamo-nos que, “A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas), é uma forma de arte que constitui-se basicamente em combinar sons e silêncio seguindo ou não uma pré-organização ao longo do tempo “. É uma definição muito teórica, à qual poderíamos acrescentar que, ao ouvirmos, esses sons, criam-nos as mais variadas sensações e estímulos. A música é tão poderosa que nos pode alterar o nosso estado de espírito, provocando, melancolia e/ou bem-estar...é qualquer coisa estranha, que mexe com o estado de espírito de qualquer um de nós. Não acredito que alguém diga: “a mim, a música não me diz nada”. 

     Existem variadíssimos estilos de música, que foram surgindo ao longo de décadas, impulsionados pelas mais variadas descobertas, tendo sido talvez as mais importantes o aperfeiçoamento dos variados instrumentos musicais e a descoberta da electricidade  que propulsionou a descoberta do computador.

     Não é correcto dizer que não se gosta ou não é importante um determinado tipo de música. Pode haver, isso sim, música com mais ou menos qualidade. Para avaliar ou criticar um determinado estilo musical é imprescindível, primeiro que tudo, ouvi-la mais que uma vez, independentemente da atenção que lhe estamos a dar no momento. Deixe essa avaliação a cargo do seu sistema auditivo, com ou sem formação académica a nível musical e depois sim!... podemos  prenunciarmo-nos, mas  só e simplesmente com,  gosto ou não gosto, sem que o nosso cérebro justifique o porquê !?... , é que, “gostos não se discutem”.

    Certo é que, ninguém tem dúvidas em concordar que a música “Pimba”, também conhecida como música dos três acordes, (tónica, subdominante e dominante), é fundamental num baile nas festas anuais da nossa aldeia e que, o mesmo baile também não faria sentido com um grupo a tocar “fado”. Toda a música tem sua importância atendendo ao contexto ou finalidade.

   Todos temos determinadas músicas que ouvimos algumas vezes e até se gostava, mas sem razão que o justifique, a partir de um determinado momento, já não suportamos voltar a ouvi-la – música comercial?. Mas também temos outras que já ouvimos ao longo de muitos anos e ainda gostamos, talvez porque nos fazem recordar momentos agradáveis que passámos enquanto as ouvíamos, ou então foi composta tendo em atenção uma selecção e combinação adequada e cuidadosa, de intervalos musicais e timbres de instrumentos musicais, escolhidos aquando a sua composição para serem usados quando tocada. Atrever-me-ia a dizer que, nesta música existem combinações de notas (intervalos musicais) que o nosso cérebro (ego), detecta sem que tenhamos consciência da sua existência. Há sempre algo de novo, nestas canções cada vez que as ouvimos.

A música é muito aplicada actualmente em várias terapias. Como curiosidade, posso referir que o nosso sentido mais ligado ao som, a audição, que nos permite captar as vibrações, é o último a “desligar” após anestesia para uma intervenção cirúrgica, existindo nalguns blocos operatórios, música de ambiente ao gosto do paciente, uma vez que está provado que ajuda a relaxar.  

    Penso que estamos a viver, neste momento, um período onde imperam novas versões de temas com 20 ou mais anos, de grande qualidade, convertidas e remisturadas em faixas de fraca criatividade musical, salvo algumas excepções, mas claro, no meu ponto de vista….  

 

Ilha, 30/04/211

publicado por mgrilo às 17:30
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Segunda-feira, 25 De Abril,2011

Povo que lavas no rio

Povo  que lavas no rio

 

 

   Sol m                 Fa

Povo que lavas no rio

                                        Mi b

Que talhas com o teu  machado

      Do m                  Re

As tábuas do meu caixão

 

 Fa                                 Si b

Há-de haver quem te defenda

           Sol m                     Re

Quem compre o teu chão sagrado

Do m  Re       Sol m              

Mas a tua vida não

                          Fa

Fui ter à mesa redonda

 Do m                       Mi b

Beber em malga que esconda

      Do m               Sol m

Um beijo de mão em mão

 

 Fa                          Si b

Era o vinho que me deste

    Sol m                 Re

A água pura fruta agreste

Dom  Re          sol m

Mas a tua vida não

 

                       ( Fá  Si b  sol m  Re   sol m  )

 

Fa                             Si b

Aromas de urze e de lama

                            Mi b

Dormi com eles na cama

Do m                  Re

Tive a mesma condição

 

Fa                           Si b

Povo, povo eu te pertenço

  Sol m                         Re

Deste-me alturas de incenso

Do m  Re         sol m            

Mas a tua vida não

publicado por mgrilo às 17:07
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